Espaço · Astrofísica
O estudo, publicado nesta sexta-feira, 18 de setembro, na Science Advances por Roi Rahin, da UMBC e do Goddard Space Flight Center da NASA, usou 16 horas de observação do espectrômetro Resolve, feitas em 1º de fevereiro de 2025 perto do fim de uma erupção forte. As linhas de absorção do ferro altamente ionizado apareceram deslocadas para energias mais baixas, o sinal de que o plasma se movia na direção do pulsar. “Nunca tínhamos visto indícios claros de plasma de vento caindo sobre um objeto compacto”, diz Rahin