Vista aérea do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com a cobertura branca circular, o gramado verde ao centro e os prédios da cidade ao redor

Radar · Análise do Clube

O Ministério das Comunicações contratou a Telebras por R$ 230,5 milhões, com a dispensa prevista na lei da Copa, para a rede de TV da Copa do Mundo Feminina; a FIFA exige que parte dos circuitos venha de outra operadora, e a Telebras tem um pregão próprio, com orçamento sigiloso, para contratar do mercado vistoria, projeto e obra

A Dispensa de Licitação 90011/2026, registrada no PNCP às 18h30 de terça-feira, 15 de setembro, responde sozinha por 44,9% do piso de tecnologia do dia (R$ 502,8 milhões) e é a segunda maior dispensa de TI nos 72 dias que o Radar já leu item a item. O amparo é o artigo 27 da Lei da Copa, que diz em uma frase que contratar a Telebras dispensa licitação. A FIFA exige que ao menos um dos três circuitos de cada estádio venha de outra operadora, escolhida pela estatal; a nota técnica com as propostas de preço que serviram de comparação não está entre os arquivos publicados

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