Três técnicos em macacões brancos de sala limpa empurram o Wide Field Instrument do telescópio Roman, envolto em manta térmica prateada, para dentro de uma câmara de testes cilíndrica escura, com um quarto técnico de camiseta preta ao lado do painel de controle

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O Roman abriu os olhos: a câmera de 300 megapixels do telescópio da NASA recebeu seus primeiros fótons de estrelas, e a sobra de combustível dá à missão pelo menos 22 anos de ciência

O Wide Field Instrument foi ligado na manhã de 11 de setembro, depois de dez dias secando a menos 65 °C, e a primeira imagem de teste mostra estrelas desfocadas em forma de rosca, como esperado com o detector ainda na posição de lançamento. Um dia antes, a NASA fechou a conta da primeira manobra de curso: 18 quilos de propelente gastos de 200 orçados, e um telescópio projetado para dez anos passa a ter combustível para pelo menos 22

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