Placa de metal com os dizeres “Polícia Militar do Estado de Minas Gerais — Quartel do Comando Geral” diante de um prédio de concreto e árvores, em Belo Horizonte

Radar · Análise do Clube

Minas Gerais registrou um pregão de R$ 1,9 bilhão para contratar até 1.294 profissionais de tecnologia por cinco anos, para 20 órgãos do Estado: é o maior pregão de TI que o Radar já leu item a item, retoma o objeto de uma versão de julho que segue sem resultado no portal, e a régua da revista só reconhece um quinto dele

O Pregão Eletrônico 273/2026, publicado no PNCP às 16h15 de quarta-feira, 16 de setembro, pela Polícia Militar de Minas Gerais como gerenciadora de uma ata para 20 órgãos do Estado, responde sozinho por 85,6% do valor de contrato de TI do dia (R$ 2,23 bilhões, apontado pelo objeto) e por 60,4% do piso confirmado item a item (R$ 621,1 milhões). O preço de cada vaga é salário-base vezes um fator de 1,97 a 2,55, vezes 60 meses: um desenvolvedor sênior custa R$ 32.248 por mês, um engenheiro de redes master, R$ 68.873. O mesmo objeto tinha sido publicado em 14 de julho por R$ 1,62 bilhão e segue no portal sem resultado; republicar um pregão com preços de referência atualizados depois de uma rodada sem desfecho é procedimento comum, e a versão nova traz preço de referência maior para 68 dos 73 cargos

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