Fachada da sede da Polícia Federal Australiana em Canberra, prédio moderno de vidro e concreto com o brasão da AFP, sob céu claro

Segurança · Cibercrime

O Google revelou, às vésperas de uma palestra na LABScon, que um analista da Mandiant ficou meses dentro do chat privado do TeamPCP, o grupo que envenenou centenas de pacotes de código aberto e invadiu mais de mil empresas, e que uma pista de segurança operacional levou o FBI a um dos dois australianos presos em agosto

Segundo Austin Larsen, do Google Threat Intelligence Group, uma persona da Mandiant foi convidada para o CanisterWorm, o canal interno do grupo com cerca de doze membros, “quase no primeiro dia” da onda de ataques que começou em março e atingiu Trivy, LiteLLM, Checkmarx, TanStack e Mistral AI. O acesso permitiu revogar credenciais roubadas junto a provedores como AWS e Microsoft e avisar vítimas. A Polícia Federal Australiana acusou dois homens, de 21 e 23 anos, em 26 de agosto: mais de mil organizações comprometidas, mais de 500 mil credenciais e ao menos 300 GB exfiltrados

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