Por dez dias, invasores usaram o acesso legal de uma pequena empresa dinamarquesa para copiar nomes, endereços e números do CPR de cerca de 8,8 milhões de pessoas registradas
O cadastro central da Dinamarca guarda vivos, mortos e emigrados; a ministra admite que a segurança em torno do acesso da empresa não foi boa o bastante e diz que ainda é cedo para saber se os números terão de ser trocados