Espaço · Astrofísica
O estudo, publicado nesta quinta-feira, 17 de setembro, na Nature Astronomy por Adelle Goodwin, do ICRAR na Curtin University, e Andrew Mummery, do Institute for Advanced Study, partiu de 20 eventos de disrupção de maré e ficou com os 10 que tinham dados confiáveis em rádio, raios X, ultravioleta e luz visível. Em todos, o segundo jato aparece centenas a milhares de dias depois da destruição da estrela, no mesmo limiar conhecido dos sistemas binários de raios X. “A física não parece se importar com o tamanho”, diz Goodwin